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O novo laudo pericial da polícia civil contesta o resultado inicial da investigação sobre o assassinato da cigana Hyara Flor, em Guaratinga, no extremo sul da Bahia, em julho deste ano. O cunhado da vítima, Jesus Davi, de 9 anos, foi inicialmente apontado como o autor dos disparos, mas o novo laudo não encontrou material genético da criança na arma do crime. O Ministério Público da Bahia solicitou novas perícias técnicas após apelo da família da vítima. O material genético encontrado na arma não foi considerado compatível com nenhum dos quatro indivíduos analisados, incluindo Jesus Davi. No entanto, a análise indicou que o material pertence a um parente de Jesus Davi com a mesma linhagem paterna. Esse achado levantou a possibilidade de envolvimento no crime do marido de Hyara Flor, identificado como Amadeus Alves, que foi descartado como suspeito no início da investigação. O primeiro laudo da polícia indicou que o tiro foi efetuado de baixo para cima, sugerindo que alguém mais baixo que a vítima deveria ter feito o disparo. No entanto, o novo laudo negou essa versão por meio de uma análise chamada “zona de tatuagem,” que mostra que as marcas de pólvora na pele indicam que o disparo foi feito por alguém mais alto que o cunhado da vítima. A família de Hyara pediu a exumação do corpo para uma análise mais detalhada da trajetória balística.

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