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Jairta Lima, ex-operadora de caixa da loja Riachuelo em Feira de Santana, publicou um vídeo em suas redes sociais refutando as acusações de ter tratado uma criança com autismo de forma discriminatória. Demitida após a repercussão do caso, Jairta explicou que o termo “bomba”, mencionado no incidente, refere-se a um jargão interno usado para descrever cartões de crédito de terceiros, não clientes ou crianças. No vídeo, Jairta relata que uma colega, identificada como Tatiana, passou o atendimento da cliente prioritária para ela sem explicar a situação. Ela afirma ter atendido a mãe e a criança bem e que, após o atendimento, questionou Tatiana sobre a passagem da cliente, referindo-se ao cartão de terceiro como “bomba”, um termo comum na loja relacionado a metas de vendas. A ex-funcionária destacou que não sabia do quadro de autismo do menino e que a mãe não apresentou o cartão prioritário a ela. Jairta pediu que a mãe repensasse as acusações, enfatizando que foi demitida injustamente e que está enfrentando dificuldades financeiras, com duas filhas e um marido desempregado. O caso teve início quando a mãe de uma criança com autismo gravou um vídeo alegando ter ouvido a funcionária referir-se ao seu filho como “bomba”. A Riachuelo, após a denúncia, demitiu Jairta Lima e emitiu um comunicado lamentando o ocorrido e reafirmando seu compromisso com o respeito a todos os clientes.

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