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Leiliana Cerqueira Vidal, 41 anos, a mulher presa por exercer ilegalmente a medicina em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, forjou um atestado de óbito em seu próprio nome em setembro deste ano. Ela foi capturada enquanto atendia crianças como pediatra em uma clínica e agora está detida no Conjunto Penal do município, com a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça. O delegado responsável pelo caso, Odilson Pereira, relatou que a autenticidade do documento que declara a morte de Leiliana devido a “AVC hemorrágico” será investigada e, caso confirmado, a anulação será solicitada. A certidão indica que Leiliana não deixou bens ou herdeiros. A falsa médica usava documentos legítimos de uma pediatra cadastrada, mas ainda não se sabe se adquiriu novas identidades ou se a falsificação da morte foi um meio para assumir outra identidade profissional. A polícia aguarda confirmação da instituição de ensino que alega ter formado Leiliana como enfermeira. Leiliana Cerqueira Vidal atendia aproximadamente 200 crianças por mês e tinha contratos em vários estabelecimentos de saúde. No momento da prisão, itens como celulares, notebook, carimbo, estetoscópio e documentos falsificados foram apreendidos. A investigada já havia sido presa em agosto por práticas ilegais na medicina em Tanhaçu e pode ter feito vítimas em outras regiões. A polícia destaca a periculosidade e reincidência da suspeita, que enfrentará acusações de estelionato, falsificação de documento público e falsa identidade.

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